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DICA DE LUXO

Dica de Luxo em Linhares

29/05/2018

 

O Dica de Luxo visitou a Fazenda Tupã, em Linhares, norte do Espírito Santo, para conferir de perto a produção da cachaça Princesa Isabel, intitulada como “a melhor cachaça do Brasil”.

O convite foi feito pelo proprietário do local, o médico Adão Cellia, que ofereceu um grande almoço assinado pelo chef Marcelo Correia Bastos. O chef, por sua vez, cozinhou em uma “aula-show”, dentro do restaurante da fazenda, pra explicar como faria o Baião de Dois, prato principal ao lado do carneiro no fogo de chão. De sobremesa, o chef Marcelo trouxe dois excelentes doces de frutos da região: coco e mamão. As sobremesas, claro, caíram nas graças de todos.

Durante o evento à imprensa capixaba e amigos, foram servidas doses da cachaça que leva o nome da esposa de Adão, Maria Isabel de Moraes, a “Princesa Isabel”. Com vários sabores tipicamente da propriedade, a cachaça foi considerada uma das melhores do Brasil pela terceira edição do “Ranking da Cúpula da Cachaça”, realizado em São Paulo.

O evento, que é feito a cada dois anos, conferiu à Cachaça Aquarela o título de melhor bebida do segmento. Além do primeiro lugar, o Alambique Princesa Isabel levou o vigésimo lugar com a Cachaça Sete Cores (Jaqueira). A avaliação teve início em setembro de 2017 e foi encerrada em fevereiro deste ano.

O título é motivo de orgulho para o Espírito Santo que entra no mercado nacional com credibilidade e enaltecendo a produção local.

De produção própria, Adão explicou que há pelo menos seis sabores distintos da bebida em sua fazenda.

“Inicialmente, gostaria que vocês experimentassem a cachaça Jequitibá Rosa que é um blend oriundo do armazenamento do destilado em tonéis de jequitibá rosa e recipiente de aço inox”, explicou Adão apresentando a Cachaça Aquarela.

Além da Aquarela, há também a Cachaça Ouro, armazenado em tonéis de carvalho americano, carvalho francês e amburana. A “Ouro” é extremamente equilibrada, suave, com um leve adocicado, fruto da sua maturação em barris de carvalho. “Durante sua degustação, aprecia-se um leve gosto de caramelo, amêndoas e canela”, destacou o anfitrião.

Outra bebida produzida na Fazenda Tupã, localizada à beira do Rio Doce, é a Chachaca Jackfruit, chamada de “Cachaça Sete Cores”. “Um certo dia, uma jaqueira secular caiu durante um temporal. Foi quando meu pai teve a ideia de recolher o tronco e levá-lo para que nosso taneiro fizesse barris com a madeira. Eles foram enchidos com a cachaça Princesa Isabel e o resultado foi surpreendente”, relatou Pedro Henrique de Moraes Cellia, filho de Adão e Maria Isabel.

Outra bebida que chama atenção é a “Cachaça Tradição”, conhecida também como “Bálsamo e Jaqueira”. Tradição na região, essa cachaça é uma bebida fina, mas com toques especiais de cachaça envelhecida em tonéis de jaqueira. Isso traz, além do aroma de anis e características verbais, o líquido enriquecido com perfume floral e de frutas amarelas.

Todas as cachaças estão à venda e representam, nos rótulos, pássaros do Espírito Santo. “Colocamos em cada rótulo, um pássaro local para representar a nossa região e exaltar as belezas do Estado do Espírito Santo”, finalizou Adão.

Embora seja produzida em Linhares, em uma alambique às margens do exuberante Rio Doce, a Cachaça Princesa Isabel pode ser facilmente encontrada nos melhores estabelecimentos de Vitória. Os litros estão à venda em supermercados, lojas e restaurantes. Experimente com moderação e se for beber, não dirija. 

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