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DICA DE LUXO

Microchip contribui para identificação de animais perdidos

19/08/2019

 

Só quem já perdeu o seu animal de estimação sabe o sofrimento que é não ter notícias do bichinho e nem saber por onde ele anda, se está bem ou se está em perigo. Por muito tempo, não existiam maneiras de localização, a não ser colocar cartazes pelas ruas e divulgação nos meios de comunicação. Mas, recentemente, algumas novidades foram surgindo como as plaquinhas de identificação fixadas na coleira, e atualmente as atenções estão mais voltadas para a implantação de microchips.

De acordo com a veterinária Manoela Pimentel, este é um sistema eletrônico de identificação de animais, geralmente formado por duas partes: uma é o microchip em si e a outra é a cápsula que o envolve. “Ele é feito de um vidro biocompatível – que não provoca alergias – e é tão pequeno quanto um grão de arroz. A capsula é introduzida no corpo do animal, na altura do pescoço, e é empurrado por meio da pele com a ajuda de um injetor”, explica.

Depois de inserido esse microchip, ele apresenta um conjunto de códigos numéricos único com as informações sobre o animal, como: meio de contato com o dono, raça, porte, idade, entre outros dados relevantes. Tudo fica armazenado em bancos de dados online e o número pode ser lido com um aparelho específico.

“O sistema, na verdade, funciona como um RG do animal. O que pode ser entendido também como um primeiro passo para a posse responsável dos bichinhos. Além disso, não há riscos de um peludinho com o microchip ser confundido com outros animais e assim ser questionada a sua propriedade”, conta.

Outras realidades

Na Espanha, a Comunidade de Madri foi a primeira do país a tornar obrigatória a identificação de cães e gatos com o microchip. Assim, aos poucos, outras comunidades autônomas adotaram as mesmas medidas, aumentando o controle sobre os animais, já que esta é uma forma de cadastrar o proprietário responsável por aquele animal, de forma definitiva.

Apesar de não ser algo de risco e não provocar qualquer tipo de dor no pet, é preciso, porém, escolher um local de qualidade e que tome os devidos cuidados durante a implantação. Garantir que a empresa fabricante do chip é segura e que faz um produto de qualidade é imprescindível.

E não são só os cães e gatos que podem receber esse tipo de identificação. Bois, peixes, cavalos, morcegos, aves e ratos também podem ser contemplados. Além dos custos cobrados pela clínica para a aplicação, que podem variar de um local para outro, o chip pode custar entre R$30 e R$100, dependendo da qualidade do dispositivo. 

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