DICA DE LUXO

Semana do Consumo Consciente

Empresas e consumidores com o mesmo objetivo: responsabilidade ambiental

Esta semana é considerada a Semana do Consumo Consciente. A data de 15 de outubro foi instituída, em 2009, pelo Ministério do Meio Ambiente como uma forma de incentivar a consciência na sociedade brasileira não apenas pelos problemas ambientais, bem como sociais, econômicos e políticos e despertar atenção sobre esse tema que impacta diretamente na conservação da natureza. 

De acordo com o empresário Arly Coelho, que comanda o espaço multicultural Simultâneo, no Shopping Triângulo, na Praia do Canto, é uma preocupação cada vez maior das pessoas consumir produtos que não prejudiquem o meio ambiente, e por isso essa data é tão importante. “Não apenas os meus clientes, mas as próprias marcas com as quais eu trabalho têm esse cuidado, dando a importância necessária para o cuidado com meio ambiente”, afirma o empresário.

Um exemplo é a marca UMA, comercializada na loja de Arly, assinada pelos estilistas Raquel e Roberto Davidowicz. A marca, que tem suas peças feitas em São Paulo, trabalha com matérias primas, que vão desde tecidos e botões sustentáveis ao reuso de papéis procedentes do processo “plissado” das peças para embalagens. Além disso, devido a atemporalidade ser um dos maiores valores, os produtos podem atender o clima frio e quente ao mesmo tempo, elevando a qualidade e a durabilidade das peças, o que as torna mais sustentável ainda, já que as pessoas não descartam suas roupas, mas aprendem a agregar peças ao próprio estilo.

As irmãs Janaina e Nathalia Faria, que comandam a Minihaus, um showroom de mobiliário infantil, localizado no Via Cruzeiro Mall, Praia do Canto, decidiram promover uma mostra de decoração justamente com esse tema: consumo consciente, sustentabilidade e humanização. De acordo com Janaina esses conceitos estão muito em pauta atualmente, inclusive no universo da arquitetura da decoração. “Os clientes e consumidores, cada vez mais conscientes disso, exigem soluções mais sustentáveis, econômicas, criativas e funcionais. O comprar neste contexto sai da análise ‘se eu tenho ou não condições de pagar pelo produto’ e passa a reflexão sobre o impacto disso tudo no planeta”, disse a empresária.

Nathalia contou que a Mostra MiniHaus foi pensada exatamente neste sentido, além de ser uma maneira de proporcionar uma experiência positiva para as pessoas que buscam produtos e serviços com esse mesmo objetivo. “É cada vez mais comum a busca por soluções ambientais, econômicas e socialmente viáveis, e isso não significa abrir mão do conforto, da beleza e da originalidade. Com a mostra, garantimos espaços funcionais e bem aproveitados e ecologicamente corretos”, explica a empresária.

Essa também é uma realidade da marca capixaba de produtos capilares Ervas Naturais. Zilma Bauer, fundadora da marca que existe há 23 anos em Vila Velha, lançou recentemente uma linha de quatro itens à base de Jaborandi, que é vegana, livre de parabenos e natural. Além disso, as embalagens são recicláveis e a empresa também realiza ações de logística reversa e busca fazer a utilização correta da água. Por exemplo, a água do ar condicionado é utilizada para limpeza das áreas comuns.

“Existe uma cultura interna da fábrica de não utilização de copos plásticos descartáveis e sacolas plásticas. Outras ações de logística reversa realizadas são campanhas junto aos clientes, nas quais os eles trazem duas embalagens vazias e ganham uma ampola de tratamento capilar, por exemplo. A Ervas Naturais também possui parceria com o Instituto Jacarenema de Pesquisa Ambiental (Injapa), de Vila Velha, que atua na limpeza e preservação da bacia do Rio Jucu”, conta Zilma.  

No ramo de acessórios, as empresárias Raquel e Vanuza Melo têm opções de sapatos veganos e modelos sustentáveis na multimarcas Bargain, na Praia do Canto. Elas incluíram no mix de produtos os calçados da marca Ipadma, originários de uma pequena indústria em Três Coroas, no Rio Grande do Sul. Com design moderno e confortável, os modelos da linha VEG são elaborados com tecidos sustentáveis e microfibra em poliuretano (PU), que é absorvente e anti-bacteriano. O solado é feito de mix de borracha reciclada e a colagem é a base de água, que preserva a camada de ozônio, gerando um baixo impacto ambiental, da criação a produção.

 

 

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